28 de mai. de 2009
"Vai roubar prá doca, pah!"
25 de mai. de 2009
Se uma promessa da pelicano vale muito, muito, muito... muitas promessas da Pelicano valerão muito mais
29 de abr. de 2009
24 de abr. de 2009
Alguém julgava possível?
20 de mar. de 2009
Felícia opina
1) Felícia Costa considera, segundo escreve, que o direito à opinião é inquestionável, mas lamenta que certas e determinadas “opiniões” surjam descontextualizadas.
Ou seja, a vereadora até nem tem nada contra as opiniões alheias, independentemente do seu sentido, mas opinião que é opinião tem de ter um contexto.
E ninguém melhor do que ela própria para agora vir a público contextualizar a opinião de outros.
2) A vereadora explica, mais adiante, que não quer rebater a opinião expressa no editorial em causa, mas sim “dar a conhecer aquilo que realmente se passa no concelho de Sesimbra e que foi esquecido”… pelo referido “editorial”.
Quem se der ao trabalho de ler a missiva de Felícia Costa constata que a senhora se limita a elencar um conjunto de iniciativas, que ela considera relevantes, como se de uma lista de supermercado se tratasse. Fez, fez, fez, e… fez. Uff, uff, uff e uff e ainda uff!
Julgo que seria bom alguém explicar à senhora que obviamente o chorrilho de eventos, obras e actividades que ela desfia não foi “esquecido” pelo editorial… simplesmente um editorial de um jornal não é o mesmo que um “boletim municipal” ou o “Sesimbra município”. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Uma coisa é imprensa partidária e panfletária, outra coisa é um jornal regional, ok?
3) Depois deste intróito, Felícia Costa explana o rol de coisas, ao melhor nível duma lista de supermercado, cuja leitura é tão enfastiante quanto calculo que seja a leitura duma lista telefónica.
Ora a vereadora deve ter ficado cansada de tanto escrever porque eu, pelo menos, fiquei cansad@ só de ler…
4) Sobre o cineteatro municipal diz ainda a vereadora que “com apenas dois anos de funcionamento o equipamento é uma referência regional e começa a conquistar prestígio além fronteiras”.
Eu até acredito que a vereadora goste daquilo. Mas convém alargar horizontes! O Cineteatro que temos é… como dizer… apropriado. Mas não vamos embandeirar em arco. “Uma referência nacional”?! “Conquista prestígio além fronteiras”?! Será que a senhora sonhou de noite para contar de dia? Afinal temos uma casa da música, um centro cultural de Belém, um coliseu, ou uma aula magna, e ninguém reparou?!
5) A vereadora termina a crónica dizendo que “há quem veja nestas acções um conjunto de festas, festinhas e festarolas”. E esta afirmação é, parece-me a mim, a única coisa sensata que Felícia Costa escreve. Mas isso não é uma opinião, com ou sem contexto, é sim, infelizmente, a nossa triste realidade.
6) Ah, e sobre política cultural a vereadora diz… nada.
18 de mar. de 2009
Será burrice, imbecilidade, desconhecimento, estupidez, desequilíbrio, ignorância...
"Não se pode resolver (o problema da sida) com a distribuição de preservativos", disse o Papa aos jornalistas a bordo do avião da Alitália que o levará até Yaounde, nos Camarões.
Acrescentou que, "pelo contrário, a sua utilização agrava o problema".»
10 de mar. de 2009
A importância que a coisa tem... e a importância que se dá à coisa
Se assim é, porque a deixam chegar a este estado?...
Foto ilustrativa de artigo sobre a Fonte Esquerda retirado da publicação Sesimbr'Acontece de Março de 20098 de mar. de 2009
A sua opinião conta?!
6 de mar. de 2009
Antecipação
5 de mar. de 2009
O regresso do... FOLHA DE COUVE
4 de mar. de 2009
Veredicto: Afunde-se!
2 de mar. de 2009
Pare-se tudo! É Carnaval...
9 de jan. de 2009
Recessão
Millôr Fernandes
24 de dez. de 2008
14 de dez. de 2008
Solidariedadezinha natalíciazinha
8 de dez. de 2008
Assim! Se vê! A coerência do PC!
1)
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu hoje uma "convergência", "uma alternativa de esquerda" para romper com "a política do PS", incluindo o Bloco de Esquerda.
"Nós não excluímos ninguém", afirmou Jerónimo de Sousa aos jornalistas, afirmando ser necessário que nessa convergência de esquerda estejam também "forças políticas, forças sociais, personalidades que se identifiquem com a necessidade de ruptura".
Expresso On-line Sexta-feira, 3 de Out de 2008
2)
Depois das críticas, no sábado, ao PS, à sua "ala esquerda", de Manuel Alegre, que acusou de travar a subida do PCP, e ao Bloco de Esquerda, apelidado de "socialdemocratizante", estavam fechadas as portas a mais entendimentos à esquerda.
E hoje Jerónimo afirmou, da tribuna do espaço multiusos do Campo Pequeno, em Lisboa, que é pela "luta" dos portugueses, trabalhadores, operários, pequenos e médios empresários, que "se dará a ruptura e a mudança", numa "ampla frente social" liderada pelo PCP.
11 de nov. de 2008
Periferias
O presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Augusto Pólvora, está apostado em colocar o concelho na rota dos turistas e, em declarações ao ‘Setúbal na Rede’, defende que os projectos estruturantes para a região, podem, de facto, “impulsionar o desenvolvimento do concelho e a melhoria das condições de vida da população”. Claro que desse lote de projectos estruturantes, Augusto Pólvora sublinha um único: a Mata de Sesimbra. O edil assume que o turismo é a “grande aposta da autarquia”, e, acrescenta: “sem desprezar as actividades tradicionais e a pesca”.
Esta última consideração revela, entre outras coisas, que:
1. Augusto Pólvora considera apostar no turismo não assumindo como fundamental nessa estratégia a promoção das actividades tradicionais e na pesca, o que me parece ser um erro crasso. Ou seja, para o arquitecto uma coisa (turismo) pode existir sem a outra (a pesca e as actividades tradicionais), quando uma e outra coisas deveriam surgir sempre associadas, alavancando-se.
2. O presidente da Câmara Municipal de Sesimbra continua, de forma imperturbável, a assumir o projecto da Mata de Sesimbra como estruturante para o futuro do concelho. É estranho que este tipo e conclusões cheguem numa altura em que a autarquia tem em vista a elaboração de um Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo no concelho de Sesimbra. Para quê?!
O jornal revela ainda que Augusto Pólvora considera “fundamental” para o concelho o prolongamento do IC21 até Sesimbra, um “itinerário complementar à ponte e que é fundamental para captar mais utentes”. Diz ainda o edil que os “sucessivos governos têm deixado Sesimbra na periferia, sem acesso à auto-estrada”.
Ora bem, o velho sonho do arquitecto de abrir uma auto-estrada que desemboca em Sesimbra está em vias de se tornar numa realidade. Quem viria a ocupar os milhares de casas que a câmara tem deixado que se multipliquem como cogumelos, sem qualquer orientação?
Já agora, alguém consegue explicar-me qual o conceito de periferia do senhor presidente? Segundo a wikipédia, “periferia” quer dizer, num sentido genérico, “tudo o que está em redor”. Afinal estamos em redor do quê? E queremos ser o centro do quê, afinal?
10 de nov. de 2008
Ideias objectivamente desordenadas
O pároco Sílvio Couto dedicou a crónica que mantém no jornal ‘O Sesimbrense’ ao casamento entre homossexuais, sob o sugestivo título “gayatices de certos meninos ricos”. Com o devido respeito que o senhor me merece, julgo que a designação do texto resulta num triste e ofensivo trocadilho, que conhece uma, ainda mais, deplorável explanação ao longo do artigo, onde a homossexualidade é retratada como uma travessura arranjada por gente abastada. Pasmem-se: a homossexualidade é um luxo.
O padre critica, antes de mais, o facto de “uns tantos meninos ricos” discutirem “a questão do casamento de pessoas do mesmo sexo”, como se a resolução deste problema “relativizasse” outros como os das contas públicas e privadas. Escreve o padre que “quem quer viver ‘homem com homem’ e ‘mulher com mulher’ nem precisa de trazer isso para a vi(d)a pública, pois privadamente pode vivê-lo sem esse folclore que tem estado apenso a certas questões do foro privado”. Ora, vamos lá ver; o ser ou não ser, não é a questão. Até se pode ser. Vá lá. Pasmem-se: com jeitinho até se toleram as travessuras, mas tem de ser tudo bem fechado entre 4 paredes. Pior do que ser, é mesmo parecer...
Segundo Sílvio Couto, a defesa do casamento entre pessoas do mesmo sexo tem como intuito “ofender ou trazer à liça do descrédito quem pensar diferentemente das modas mais ou menos aberrantes”. Tenho, sinceramente, sérias dúvidas que os homossexuais, seres suspeitosamente “aberrantes” (valha-nos… alguém ou alguma coisa), estejam realmente interessados em descredibilizar quem nem sequer lhes merece crédito que careça de ser descredibilizado.
Apesar destas considerações, a igreja católica, defende o padre, assumiu posições “claras”, “na linha da compreensão para com as pessoas que vivem o drama da homossexualidade”. É realmente, para mim, dramático, ser confrontad@ com este tipo de considerações. Citando o catecismo da igreja católica n.º 2358, Sílvio Couto refere-se ainda à homossexualidade como uma “propensão objectivamente desordenada” que deve ser vivida como uma “provação”.
A todo o recente regabofe em torno da homossexualidade, o padre associa ao processo de “neo-paganização do mundo ocidental” e avisa: “o combate é duro”.
Os “objectivamente desordenados” que se cuidem… com esta afirmação de ideias e considerações tão objectivamente desordenadas (para não dizer pior).
5 de nov. de 2008
A realidade supera a ficção
Jon Stewart na apresentação dos Óscares 2008.
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